Serendipity

The laws of chance, strange as it seems,
Take us exactly where we most likely need to be
[David Byrne]

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

Barrete cinematográfico

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Desculpem lá mas não vou conseguir ser politicamente correcta, apesar do peso específico do realizador e do meu gosto pelo cinema francês.

Achei este filme basicamene mau. Lento, lento, lento. A história fraca e a interpretação apenas suficiente.

Só não saí a meio porque foi uma oportunidade de ouvir falar uma língua que me diz muito.

4 Comments:

Blogger maradona (com minúscula) said...

Saí ao fim de hora e dez. Um record. O caminho estava entupido por uma mulher dos seus ciquenta anos, que dormitava. Quando me decidi, tove que lhe gritar ao ouvido um sonoro "asenhoradámelincença" que tendo acordado o resto da assistencia, não impediu que o meu joelho esbarrasse nas trombas da senhora, a qual vociferou um berro em forma de "as pessoas não têm respeito", ao que eu respondi, baixinho, cá para me, "cala-te, cabra".

como é que acabou? alguém morreu? a estátua?

1:46 da tarde  
Blogger Meg said...

Não queiras saber. Eu conto-te.
A sujeita, a dama de honor, achou que a melhor maneira de provarem o amor eterno que sentiam um pelo outro seria cada um deles matar alguém.
Vai daí, para lhe agradar, ele finge que dá cabo do mendigo que dormia à porta de casa dela. Ela acha o máximo, claro, aquela doida varrida e decide então cometer o seu pequeno homicídio.
Resolve acabar com a vida daquele namorado da mãe do sujeito que recebeu a estátua de presente. Estás a ver quem? Bem, só que o dito parte de fim-de-semana e deixa o primo, o tio ou um amigo (não percebi bem porque tinha acabado de dar mais um longo bocejo) em casa dele. Ela engana-se e mata este. Não faz mal. Ela quando se apercebe do erro não fica nada incomodada porque a ideia era matar uma pessoa qualquer. Nos entretantos,o outro vai dormindo com a estátua até que resolve oferecê-la à sua amada.
Já quase no fim, os pombinhos decidem casar e viver juntos no andar de cima daquela casa onde ela vivia. Quando ele vai espreitar o espaço, cheira-lhe muito mal. Pudera, a rapariga tinha lá uma sujeita morta dentro de um armário a apodrecer há uma série de anos. Era uma vítima da mesma brincadeira aquando de um namoro que ela tinha tido no liceu.
Finalmente, o pesadelo acaba quando se deitam os dois na cama à espera da polícia.
Prontos. Espero ter saciado a tua curiosidade. Estás a ver, ainda bem que alguém ficou na sala para te poder contar o fim do filme. Aposto que andavas ansioso por não saber como é que a porcaria desta história tinha acabado (sobretudo por causa da estátua).

4:10 da tarde  
Blogger maradona (com minúscula) said...

a minha fantasia é que ele se decidisse a casar e ter filhos com a estátua; sabendo disto, a louca tentaria matar a estátua com um martelo pnem+atico; o gajo, entretanto, tinha-se esquecido do telemovel em casa, e supreende a ex-namorada com o martelo pneumatico na mão a começar a desfazer a esstátua; durante a feroz luta que se desenrolou subsequentemente, o martelo pneumático penetra o baço da gaja, o que a faz desmaiar; o gajo chama os bombeiros que levam a estátua em estado critico para o hospital; ali dizem-lhes que só conhecem um sitio no mundo onde aquele tipo de ferimentos em estátuas são trat+aveis: em évora, por um tal de José Cutileiro; viajando de emergencia para o aerodromo de beja, o cutileiro já esperava pela paciente, e, vendo o caso, vaticinou: isto só tranformando-a num penis. O gajo concordou, decobre assim que era, afinal homesseual e telefona para casa a dizer à familia que vai passar a viver em lisboa e que até já arranjou um trabalho no bar da ILGA; a outra, ao saber disso no hospital, fica traumatizada e dedica-se à pastoricia gótica.

Um beijinho que amanhã vou para borba.

10:42 da tarde  
Blogger Jorge said...

LOL Mas que grande filme, não posso perder ... :-P

10:19 da manhã  

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