Serendipity

The laws of chance, strange as it seems,
Take us exactly where we most likely need to be
[David Byrne]

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

A cena final

Ao almoço contei-lhe, em linhas gerais, o que se passa no filme. Esmerei-me no relato da cena final, tentando transmitir algum do seu dramatismo. Quando reparei, ela estava a chorar. Qual Nuno Lopes.

3 Comments:

Blogger inês said...

ouvi quem criticasse o nuno lopes por ter um papel tão pouco emotivo. eu achei que não podia ser de outra maneira. a beatriz (que é um estrondo!) faz o papel da mulher desesperada; ele tem de ser o «autómato». basta ver a estratégia de sobrevivência para perceber que não podia ser de otra forma, a interpretação dele... o que achas tu?

4:04 da tarde  
Blogger Sam said...

Percebo o objectivo mas fez-me confusão a inexpressividade por ser demasiado igual ao longo do filme. Poderia ter feito notar graus diferentes no estado de anestesia.

4:55 da tarde  
Blogger Meg said...

Houve alturas que a passividade do Nuno Lopes me irritou mas não por achar que ele tivesse a desempenhar mal o papel. Apetecia-me que ele tivesse um ataque de choro ou de nervos para retirar a tensão instalada.
Aliás, ele só explode quando descobre que a filha que julgava ter encontrado, era outra criança e não a Alice. Arranca as fotos todas da parede. Nessa altura, pensei que ele fosse partir a sala toda, as televisões, etc. mas não. Ele conteve-se sempre, até na expressão da sua raiva e desespero.

10:06 da manhã  

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