MIGUEL
Hoje voltou a repetir-se uma situação que me dá que pensar. Ao longo dos seus curtos 3 anos de vida o meu segundo filho tem sido chamado de Miguel. O Lula não se chama Miguel, nem nada que se pareça, pelo que não existe qualquer hipótese de confusão gráfica ou fonética. No entanto, em pelo menos três datas e ocasiões distintas foi chamado Miguel por três pessoas também distintas mas convencidas ser esse o seu nome. Foram elas uma empregada da estalagem onde passámos férias de verão, quando ele tinha 8 meses; uma avó passeante de uma criança num parque próximo de casa que frequentamos, quando tinha um ano e pouco; e agora a nova empregada do avô (admito ser possível ter havido mais algum episódio que, de momento, não me recordo). Estas pessoas já tinham sabido qual era o seu nome mas, por qualquer razão - sim, porque tem de haver uma -, registaram outro: Miguel. Não Pedro, não António, ... mas sempre Miguel. Nem tenho memória de lhe terem chamado qualquer outro nome diferente de Miguel (à excepção da natural troca de identidades entre irmãos).

1 Comments:
Tem graça, tendo em conta a importância que dás à escolha dos nomes dos teus filhos.
Enviar um comentário
<< Home